Como trabalhamos
Do processo percebido a um resultado que a equipa usa
A Lyntev parte de bases reutilizáveis e configuráveis e delimita o que cada empresa precisa de diferente. Começa por perceber como o trabalho é feito hoje e avança por resultados delimitados; em cada passo fica claro o que a Lyntev faz e o que a empresa decide.
Como trabalhamos
Entender o processo
- O que a Lyntev faz
- Conversa com quem faz o trabalho, observa as ferramentas atuais e descreve o processo tal como acontece, com os pontos onde se perde tempo ou informação.
- O que é preciso da empresa
- Acesso a quem conhece o processo e exemplos representativos do trabalho, anonimizados ou fictícios enquanto se avalia o projeto.
- O que fica
- Uma descrição do processo que a empresa reconhece como sua.
Delimitar o primeiro resultado
- O que a Lyntev faz
- Propõe um primeiro resultado pequeno e útil, com o problema que resolve e o que fica de fora.
- O que é preciso da empresa
- A escolha do problema por onde começar e de quem decide pelo lado da empresa.
- O que fica
- Um objetivo delimitado, em vez de um sistema inteiro de uma vez.
Especificar escopo e critérios
- O que a Lyntev faz
- Escreve o escopo, os critérios de aceitação, as dependências e os riscos conhecidos, incluindo integrações e dados.
- O que é preciso da empresa
- A validação do escopo e dos critérios, e as informações sobre acessos e sistemas existentes.
- O que fica
- Um documento curto que diz o que será entregue e como se verifica.
Construir e demonstrar
- O que a Lyntev faz
- Constrói por partes e mostra cada parte a funcionar, com dados de teste, antes de seguir.
- O que é preciso da empresa
- Disponibilidade para ver as demonstrações e responder a dúvidas dentro de prazos combinados.
- O que fica
- Software a funcionar, visto pela empresa ao longo do caminho.
Validar
- O que a Lyntev faz
- Verifica os critérios de aceitação com a empresa e corrige o que não os cumprir.
- O que é preciso da empresa
- Testes com casos do dia a dia e a decisão de aceitar ou pedir correções.
- O que fica
- Um resultado aceite contra critérios combinados, não contra impressões.
Preparar a implantação
- O que a Lyntev faz
- Prepara o alojamento, as contas, as permissões, a segurança e a passagem para uso real, com a documentação necessária.
- O que é preciso da empresa
- Decisões sobre alojamento, domínio, acessos e dados, e a aprovação para passar a uso real.
- O que fica
- Uma entrada em uso planeada, com quem faz o quê.
Acompanhar
- O que a Lyntev faz
- Acompanha o início do uso, recolhe o que falta ajustar e propõe o passo seguinte, se fizer sentido.
- O que é preciso da empresa
- Retorno da equipa que usa o sistema e a decisão sobre a evolução.
- O que fica
- Um sistema em uso e uma decisão informada sobre o que vem a seguir.
Configuração, adaptação e desenvolvimento novo
Uma base reutilizável não resolve sozinha o processo de uma empresa. Antes de qualquer proposta, cada necessidade fica numa de três categorias:
- Configuração prevista
- O que a base já prevê ajustar sem programar, como a identificação da empresa, os utilizadores e os papéis, o fuso, a moeda e opções delimitadas do processo.
- Adaptação delimitada
- O que o processo tem de diferente e cabe na mesma base, como um passo, um campo ou um modelo de documento próprios. É avaliada e orçamentada à parte, antes de começar.
- Desenvolvimento novo
- O que a base não cobre, como ligações a outros sistemas, um portal para clientes ou processos de várias equipas. É delimitado como um projeto próprio.
Mudar a marca e alguns campos não chega para atender um processo: a separação entre estas categorias faz-se depois de o perceber, e é ela que define o alcance e o investimento.
Prazos, integrações e custos
Sem calendário antes de conhecer o trabalho
Prazos só se comprometem depois de delimitar o primeiro resultado e de conhecer os acessos e os dados envolvidos. Um horizonte pretendido ajuda a escolher o tamanho do primeiro passo, mas não é uma data de entrega.
Integrações
Ligar um sistema novo a um existente depende de acesso permitido, de documentação e de compatibilidade técnica. Isso verifica-se antes de prometer a integração, e cada ligação é delimitada à parte.
O que é discriminado à parte numa proposta
- Evolução: funcionalidades novas depois do resultado aceite.
- Manutenção: atualizações, correções e segurança ao longo do tempo.
- Suporte: ajuda à equipa no uso diário.
- Custos de terceiros: alojamento, domínio, serviços externos e consumo de modelos de linguagem.
Cada um destes assuntos é discriminado à parte numa proposta, conforme a solução.
Cuidados que fazem parte do trabalho
Segurança e privacidade explicam-se melhor pelo que o software faz do que por promessas:
- Confirmação antes de ações: registar, enviar ou alterar dados de trabalho pede uma decisão explícita de quem usa.
- Fontes verificáveis: quando uma resposta vem de um documento ou de um registo, mostra de onde vem.
- Dados demonstrativos: as demonstrações e as avaliações usam dados fictícios ou anonimizados.
- Limites claros: o que o sistema não sabe ou não pode fazer é dito, em vez de inventado.
- O mínimo de dados: pede-se só o que muda o resultado, e diz-se onde fica guardado.
Nenhum sistema é infalível. Os riscos conhecidos e as medidas tomadas ficam escritos em cada projeto.
Começar pelo primeiro passo
O diagnóstico ajuda a descrever o problema e o que falta saber, e prepara um resumo por escrito, neste navegador.